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As melhores frases de “Quem é Você Alasca?”

Um dos meus livros favoritos de John Green, “Quem é Você Alasca?” é recheado de quotes pra gente se inspirar e anotar.

“Eu queria ser seu último amor. Mas sabia que não era. Sabia e a odiava por isso. Eu a odiava por não se importar comigo. Eu a odiava por ter me deixado naquela noite.”

“Chega uma hora em que é preciso arrancar o Band-Aid. Dó, mas pelo menos acaba de uma vez e ficamos aliviados.”

“Ouvir em silêncio – era meu modo de conviver em sociedade.”

“Não posso ser uma dessas pessoas que ficam sentadas falando que pretendem fazer isso e aquilo. Eu vou fazer e pronto. Imaginar o futuro é uma espécie de nostalgia.”

“Passamos a vida inteira no labirinto, perdidos, pensando em como um dia conseguiremos escapar e em quanto será legal. Imaginar esse futuro é o que nos impulsiona para a frente, mas nunca fazemos nada. Simplesmente usamos o futuro para escapar do presente.”

“Se as pessoas fossem chuva, eu era garoa e ela, um furacão.”

“O que estava sentindo não era bem tristeza, era dor. Aquilo doía e não é um eufemismo. Doía como surra.”


“Tudo que é construído termina por desmoronar.”


“Se pararmos de desejar que as coisas perdurem, não iremos sofrer quando elas desmoronarem.”


“Se ao menos conseguíssemos enxergar as infinita cadeia de consequências que resulta das nossas pequenas decisões. Mas só percebemos tarde demais, quando perceber é inútil.”


“Somos capazes de sobreviver a essas coisas horríveis, pois somos tão indestrutíveis quando pensamos ser.”

“Mas que diabos significa “instantâneo”? Nada é instantâneo. Arroz instantâneo leva cinco minutos, pudim instantâneo uma hora. Duvido que um instante de dor intensa pareça instantâneo.”

“Vocês fumam para saborear. Eu fumo para morrer.”

“Você não pode me mudar e depois ir embora.”

“Eu queria tanto me deitar ao lado dela, envolvê-la em meus braços e adormecer. Não queria transar, como nos filmes. Nem mesmo fazer amor. Só queria dormir com ela, no sentido mais inocente da palavra.”

“A tristeza não nos muda, ela nos revela”

“O medo é a desculpa que todo mundo sempre dá.”

“Eu tento ser corajosa, sabe? Mesmo assim continuo estragando tudo.”

“Ouvir em silêncio era meu modo de conviver em sociedade.”

“Vou em busca de um Grande Talvez.”

Não sabia se podia confiar nela e já estava cansado de sua imprevisibilidade – fria num dia, meiga no outro; irresistivelmente sedutora num momento e insuportavelmente chata no outro.



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Isabela Freitas, 29 anos, é autora dos best-sellers Não se apega, não, publicado em 2014, Não se iluda, não, de 2015 e Não se enrola, não, de 2016, que juntos venderam 1,5 milhão de exemplares. Sucesso nas redes sociais, a escritora mineira morou em São Paulo, no Rio de Janeiro e em 2019 retornou a Juiz de Fora, onde se dedica à maternidade e à literatura.

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