10 motivos para namorar um nerd

10 coisas, Listas

nerd

1- Nerds correm atrás das coisas

O nerd corre atrás daquilo que quer, e faz de tudo para ter. Então se ele quiser ter você ao seu lado, com certeza fará de tudo para conquistá-la. Não medirá esforços, nem palavras bonitas. E isso serve para todas as coisas. Como por exemplo, se você disser que sua flor preferida é uma flor que dá no pico de uma montanha que fica lá na Rússia, provavelmente ele vai dar um jeito de consegui-la para você. Nem que isso lhe custe a maior dor de cabeça.

2- Nerds, geralmente, não são baladeiros

Pode existir nerd baladeiro? Pode. Mas em geral nerds não são baladeiros, e preferem o conforto do lar. O nerd sempre vai querer fazer de tudo para tornar a noite de vocês, diferente, mesmo que vocês estejam em casa. Vai procurar saber de filmes novos, tentar cozinhar algo exótico, alugar o seu seriado preferido, jogar aquele jogo novo, enfim, fazer da noite de vocês completamente gostosa, sem precisar de álcool, ostentação, e camarotes caros.

3- Nerds vão te ajudar a crescer na vida

Ah, Isabela, um cara normal não vai me ajudar a crescer na vida? Olha, até pode. Mas os nerds são os mestres nisso. Eles tem ambição, tem planos futuros, e tudo estrategicamente planejado. E mesmo que as coisas saiam fora do controle, eles mantem a calma e começam tudo de novo. Sem contar que, por exemplo, se você tem uma prova na segunda, um nerd nunca vai te induzir a sair no domingo pra chapar todas. Ele – provavelmente – vai te lembrar da sua responsabilidade e te ajudar a estudar. Nerds mantém nossa sanidade mental. Eles são racionais, e para pessoas impulsivas iguais a mim, não tem nada melhor.

4- Eles não tem vergonha de ser quem são

Um nerd sabe que é nerd e não tem vergonha disso (nem deveria, né!). Eles usam óculos, jogam RPG, colocam os despertadores para despertar em horários ímpares, tem cueca da sorte, e algumas outras manias estranhas. E eles te contam isso com um sorriso no rosto. Porque eles não se importam com aparências. Então, provavelmente, um nerd vai gostar de você como você é. Sem essa de fazer pose, fingir que só tem roupas de grife, falar pausadamente, e piscar os olhos como donzelas do cinema. Na frente do nerd está permitido ser você mesma, mesmo que seja estranha. Afinal, todo mundo é um pouco estranho, não?

5- Nerds gostam de resolver problemas

Nerds gostam de desafios, e de resolver problemas. Então nerds não vão fugir quando a situação apertar. Eles passarão a noite conversando sobre o relacionamento, se preciso, vão argumentar, tentar entender o seu lado, e procurar a solução que seja melhor para os dois. Você está passando aquele aperto pra conseguir fazer aquilo que teu chefe te pediu e o prazo já está quase estourando? Calma. Respira. Senta do lado dele. Ele vai te olhar no fundo dos olhos, e te fazer ficar tranquila. 

6- Nerds querem ser os melhores em tudo

Isso é fato. O nerd quer sempre ser o melhor. Pelo menos em tudo o que gosta, e seja do seu interesse. Então nerds serão os melhores namorados, os melhores na cama, os melhores cozinheiros, os melhores parceiros. Porque se você é importante para ele, ele fará de tudo para que o relacionamento de vocês seja perfeito, e o número 1. Assim como tudo na vida dele. E se não for perfeito, porque nem tudo na vida é, ele vai ter se esforçado para que pelo menos chegue perto do que ele espera que seja.

7- Nerds sabem conversar sobre qualquer assunto

Preciso dizer? Nerds sabem conversar sobre tudo, e se não souberem, vão procurar saber somente para te agradar. Nerds te envolvem tanto em suas conversas que você se pega babando pelo cara mesmo que ele não seja tão bonito assim. É que um homem que sabe usar suas palavras da forma certa, conquista qualquer uma. Tédio não existe nessa relação, pelo contrário, serão horas e horas a fio conversando sobre os mais variados assuntos…

8- Nerds vão entender suas esquisitices sem te julgar

Pro nerd você pode contar que sabe todas as falas de Harry Potter decoradas, que ele ainda vai achar um máximo! Como já disse anteriormente, nerds não julgam, por – talvez – terem sempre sido taxados no colégio por outros garotos que se julgavam superiores (pfffff), como os ''esquisitos'', então, quanto mais ''esquisita'' você for, melhor! 

9- Nerds são engraçados

Alguma dúvida de que os nerds são os mais engraçados? Eles vão te divertir com seu jeito diferente de agir.  Diferente daqueles que forçam para serem engraçados, que tem sempre uma piadinha pronta, ou uma cantada sem graça… Eles são naturalmente engraçados sendo apenas eles mesmos!

10- Nerds não tem vergonha de falar sobre sentimentos

A maioria dos caras não estão nem aí, fazem joguinhos, querem só conquistar e depois cair fora… Estou errada? Os nerds não. Eles não vão esconder de você o que sentem, muito menos vão fazer joguinhos pra te conquistar, para depois te decepcionar. Nerds podem até assustar a outra pessoa com sua sinceridade, e com a intensidade dos seus sentimentos, então se a garota não gosta desse tipo de cara, é melhor nem chegar perto de um nerd. Eles são carinhosos, atenciosos, e farão de tudo para você se sentir amada!

* Quero deixar claro que não foi minha intenção esteriotipar o nerd, muito menos os caras que não são nerds. É claro que existem nerds diferentes, e caras que não são nerds que fazem as coisas citadas por aí. Estou falando de acordo com minhas experiências apenas.

Isabela Freitas

Isabela Freitas é escritora, blogueira, e exagerada. Louca por histórias de amor, desenhos animados, e bichinhos de rua. Prega o desapego às coisas que não lhe fazem bem, e acredita que o otimismo e palavras bonitas podem mudar vidas. E aí, pronto para mudar a sua?

Só os loucos sabem

Contos e Crônicas

loucos

Não sou fácil de agradar. Seguir o código de conduta moral dos relacionamentos comigo não vai torná-lo bom. Dispenso o cinema, o jantar e as flores. Tenho pavor ao certinho, ao que manda o figurino. Gosto de quem se põe à prova, quem não tem resposta pra tudo. Que bate de frente, eleva a discussão, que não desiste por teimosia, mas por prazer. Que não ignora suas próprias vontades, nem se faz refém de seus medos.

Sempre gostei das pessoas loucas.

Aquelas com as piores histórias, as mais remotas lembranças. As que confundem os dias, as falas e os nomes. Que não veem um copo meio cheio ou vazio, mas se veem através dele. Que não tem medo das más línguas e nem fazem questão de se aproximar de

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boas influencias, pois não receiam se arriscar. Se der errado, riem do próprio fracasso.

Os loucos nasceram livres porque não entendem o limite do normal ou do real. Vivem na corda bamba, sapateiam em cima do muro. Tem ideias absurdamente criativas e desejos secretos de mudar o mundo que não guardam pra si. Eles gritam, expõe, se doam. Equilibram-se entre a genialidade e a insanidade. Tão santos quanto pecadores, tão egoístas quanto altruístas.

Quem vier que questione minhas crenças, me faça truques de mágica. Que não me envergonhe em público ainda que eu mereça. Que me veja aos extremos, vermelha de raiva, eufórica, descabelada e com doces palavras me acalme. Que não perca seu tempo se comparando aos outros, nem conformado com o que tem. Seja do tipo que não enxerga barreiras, então, simplesmente faça.

Quem vier que me conheça no meu pior estado e ainda assim me queira. Alguém que eu não precise fingir postura, interesse, porque o que sabe de mim já lhe basta. Aquele que vai dar corda para as minhas mentiras, mergulhar nas minhas fantasias. Aquele que não vai me entediar na tarde de domingo, nem vai dormir na noite de sábado. Que nas pequenas e nas grandes coisas será espontâneo, autêntico e, não, como um modelo de revista.

Quem vier que viva no ponto mais alto da alma. Sempre pronto pra sua maior aventura ou seu pior pesadelo. Daqueles que encara os medos de frente, que não desvia dos problemas. Que aceita o fardo da dúvida e o peso do “não saber” quando lhe convém. Que está certo de que vai ser feliz um dia quando tudo chegar ao fim e por isso não tem pressa, faz sua bossa, vai com calma.

Não sou fácil de agradar, talvez porque, também não sou do tipo que agrado fácil. Deixo a seriedade de lado, prefiro viver o improvável. Quem vier, que venha por inteiro; não nasci para juntar os cacos de ninguém. Quem vier, que venha completo; não nasci pra ser metade de ninguém.

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Autora do site Bendita Cuca!, e Youtuber nas horas vagas. Não contém um sorriso ou detém um devaneio. Criou o BC! para conseguir suportar a convivência consigo mesma. Ou para um tratamento psicológico gratuito. Ou os dois. Acredita que todo mundo precisa de um grande amor para chamar de próprio.

Banheiro Feminino: Amizade de mulher

Banheiro Feminino

E como eu disse, o Banheiro Feminino vai voltar com força total. Após uma longa seleção, mais de 600 emails lidos, horas, e horas analisando cada uma de vocês, eu selecionei minhas 6 escolhidas para integrar o novo time. 

Agradeço a todas que participaram da seleção, vocês são DEMAIS! Queria poder colocar todas para participar. Mas acho que vocês serão muito bem representadas pelas minhas selecionadas…

❤ Afinal, tem de todas as idades, lugares, países, e jeitos diferentes! 

bff

 

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Isabela Freitas

Isabela Freitas é escritora, blogueira, e exagerada. Louca por histórias de amor, desenhos animados, e bichinhos de rua. Prega o desapego às coisas que não lhe fazem bem, e acredita que o otimismo e palavras bonitas podem mudar vidas. E aí, pronto para mudar a sua?

Livro para se apaixonar: A última carta de amor

Dicas, Livros

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Quando vi esse livro na livraria, pensei ''Preciso!". A capa é maravilhosa, e qualquer leitor compulsivo como eu, compraria apenas pela capa, mesmo que a história não valesse a pena. Mas acontece que a história vale sim muito a pena. Ela é fantástica!

Sinopse: Londres, 1960. Jennifer Stirling, uma bela mulher de 27 anos, acorda no hospital após ser vítima sobrevivente de um trágico acidente de carro. Jenny se lembra de quase nada antes do acidente, suas lembranças foram apagadas e junto com elas fora a comodidade e a certeza dos seus gostos, medos e amores. No meio de sua adaptação à antiga vida, encontra uma carta de amor escrita por um homem apaixonado que assinava como “B” e lhe pedia para se encontrar com ele e abandonar o marido. Diante dessa cena, Jenny tentará a todo custo entender o que se passava em sua vida antes do acidente.

Londres, 2003. Ellie Haworth é jornalista, vive atrás de novas reportagens e de novas mensagens no celular com notícias de seu relacionamento pouco comum – ser “a outra” não é um papel fácil e cômodo. Diante de uma crise de identidade, inspiração e criatividade, Ellie se encontra avoada e, sem conseguir encontrar boas matérias, deixa de ser a queridinha da redação. Tentando reverter esse quadro, encontra no arquivo uma coleção com antigas cartas de amor, cartas que foram endereçadas à alguém, mas que nunca chegaram a ser entregues… De quem seriam? Essa pessoa sabe da existência dessas cartas? O romance escrito sobreviveu ao tempo e encontraram seu final feliz? Através dessas perguntas, Ellie encontra não apenas respostas significativas mas também soluções aos seus próprios pensamentos.

O livro começa meio confuso, confesso que lá pela página 100 que eu fui realmente entender sua proposta. A autora narra duas histórias diferentes, a de Ellie, e a de Jenny, histórias passadas em épocas diferentes, e pra completar, ela ainda narra a história de Jenny em dois tempos – antes dela perder a memória, e depois de perder a memória. Então imaginem, eu – loira burra – tentando entender isso. Foi uma dificuldade! Mas assim que peguei ''o jeito do negócio'', me viciei nesse livro.

O que mais me surpreendeu foi que de repente eu estava torcendo para uma mulher que traía o marido, e para outra que era a amante de um outro marido. E isso foi algo chocante pra mim, porque eu tenho NOJO de qualquer tipo de traição. Já sofri muito com isso na minha família, e simplesmente não consigo gostar de nenhuma história que envolva isso de qualquer forma. Mas a história desse livro me pegou de jeito, e eu me peguei questionando quando é que é certo largar de alguém que já está ao seu lado por anos, para ir atrás daquele que faz o seu coração bater que apareceu de repente? 

“Amo você de qualquer jeito — mesmo que não exista nenhum eu ou nenhum amor ou mesmo nenhuma vida; amo você.”

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"Não sou tão forte quanto você. Quando a conheci, achei que você fosse uma coisinha frágil, alguém que eu precisava proteger. Agora percebo que me enganei. Você é a forte de nós dois, a que é capaz de suportar conviver com a possibilidade de um amor como este, e com o fato de que ele jamais nos será permitido.(…) Estarei na plataforma 4, às 19h15, sexta-feira à noite, e nada no mundo me faria mais feliz do que você encontrar coragem para vir comigo.
Saiba que você tem meu coração, minhas esperanças, em suas mãos.
Seu, B."
 
A última carta de amor é sensível, é vibrante. Consegui sentir as dores, as aflições, as dúvidas, o amor inebriante e em alguns momentos me peguei suspirando, sufocada pela angústia da Jenny, mas principalmente por Antony.
 
Jenny vive num casamento de aparências, em 1960, onde se exigia beleza, postura, decoro, mas pouco importa as opiniões e sentimentos de uma esposa, e nossa protagonista desempenha perfeitamente este papel até conhecer Antony O'hare, um jornalista excêntrico e liberto das cobranças sociais.  Eles primeiro se permitem conhecer, trocam bilhetes, gracejos, até que a atração se torna inevitável e com o tempo se percebem amando. Há muitas cartas, lindamente escritas, inebriantes… Até que uma tragédia os separa… 40 anos se passam e outra personagem surge. Ellie está vivendo um caso à mais de um ano, e sofre sem saber se John irá ou não largar a mulher por ela. É ai que ela encontrar entre arquivos antigos do jornal em que trabalha, a última carta de amor de um homem chamado B para seu amor impossível. E é neste ponto que todas as histórias de amor se entrelaçam…
 
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Nota do livro? 10 de 10. Sensacional. Se você não leu, tá na hora de ler! Ele vende na Saraiva por R$25,40.
 

Isabela Freitas

Isabela Freitas é escritora, blogueira, e exagerada. Louca por histórias de amor, desenhos animados, e bichinhos de rua. Prega o desapego às coisas que não lhe fazem bem, e acredita que o otimismo e palavras bonitas podem mudar vidas. E aí, pronto para mudar a sua?

O que você escolhe: seu orgulho ou sua felicidade?

Contos e Crônicas

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Refletindo sobre orgulho esta tarde, questionei-me de que graça tem ser um ser humano tão amargo a ponto de endurecer um coração que já foi uma gelatina de pureza há um tempo atrás. Parei, pensei, repensei e após concluir que não valia a pena ser o oposto do que já fora um dia, me veio outra questão: as pessoas gostam mesmo de se autodestruírem internamente apenas para mostrarem que são superiores e/ou inabaláveis? 

Sou colecionador de histórias mal sucedidas ocasionadas por uma atitude que não chegou nem na pré-adolescência, quem dirá na maturidade. E as mais tristes são as de amores, porque de fato, é muito doloroso saber que uma história que já foi recheada de sorrisos pode se converter a qualquer momento, em algo que não vale mais a pena ser lembrado. Com isso, só me resta concluir que os sentimentos tornaram-se descartáveis.

Somos a geração orgulhosa. “Não vou”. “Não quero”. “Quem, eu?” “Estou na minha razão”. 

A característica principal de todo orgulhoso é que ele é egoísta. Primeiro ele, depois os outros. O orgulhoso é incapaz de aceitar que a opinião do vizinho é melhor que a sua. Às vezes, ele até gosta e concorda, mas para não sair do seu trono invisível e do seu posto de rei – que ninguém conhece -, ele prefere criticar, apontar e ser o do contra. Quanta tolice!

Será que dói reconhecer um erro? Fere pedir perdão? Prejudica a sua vida financeira ajudar alguém que não tem condições no momento? Desfaz a sua imagem perante a sociedade fazer algo que a maioria não tem coragem? Se suas respostas para estas perguntas forem ‘sim’, talvez você não esteja apenas agindo errado, mas quem sabe, esteja vivendo incorretamente. 

Preciso dizer que os orgulhosos não são felizes, porque até o amor tem dificuldade de derreter a pedra de gelo que é o coração de um orgulhoso. Quem cultiva orgulho tem dificuldade de perdoar. E possui mais dificuldade ainda, para pedirem perdão. Com isso, acabam deixando de viver a felicidade na sua forma mais intensa de ser. E o estranho mesmo é saber que pessoas orgulhosas, se orgulham disto. Que louco, não?

Finalizo este texto dizendo que o orgulho engasga, arranha e tira lágrimas. Ele contraria a felicidade e destrói bons sentimentos. Então repensem seus conceitos e melhore seus atos para com os que te rodeiam. O vento não deixa de tocar alguém porque ele possui um histórico negativo, a chuva não deixa de cair no morro porque lá habitam bandidos, e os cachorros não deixam de dar amor à um mendigo porque ele está sujo e fedido.

Liberte-se desse mal que te algema. Entenda que não vale à pena. Porque orgulho não tem nada a ver com honra. Tenha discernimento em sua vida. Abra mão do orgulho, abrace a felicidade.

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Meu nome é Wesley, mas você pode chamar de 'Wes' se preferir. 20 anos, moro em Manaus e, como um bom apaixonado por sorrisos e boas histórias, sou um ótimo ouvinte. Nas horas vagas costumo escrever e fabricar sonhos. Escrevo porque adoro o consolo e o prazer que existe nos vincos de cada palavra minha. E sonho porque é de graça. Segue lá no twitter: @wesleynery