Para assistir – American Horror Story

Dicas, Seriados
Você já ouviu falar de American Horror Story? Aposto que já. American Horror Story é um seriado de terror que já está na sua terceira temporada. A cada temporada uma nova história de terror é contada, e você não precisa assistir uma temporada para entender a outra (bem melhor para os preguiçosos de plantão!)

A primeira temporada, intitulada American Horror Story: Murder House ocorre nos dias atuais e é centrada na família Harmon, que se muda para uma mansão restaurada, sem saber que a casa é assombrada pelos seus antigos habitantes. A segunda temporada, intitulada American Horror Story: Asylum, ocorre no ano de 1964 e segue as histórias dos pacientes, médicos e freiras que ocupam uma instituição para criminosos insanos. E a terceira temporada é centrada no meu tema preferido…

BRUXAS!!
 
 

“Mais de 300 anos se passaram desde os turbulentos dias dos julgamentos das bruxas em Salem. Aquelas que conseguiram escapar, agora enfrentam a possibilidade de extinção. Com o aumento de misteriosos ataques contra a espécie, jovens garotassão enviadas para uma escola especial em Nova Orleans para aprender a se proteger. Envolvida no tumulto está a novata Zoe (Taissa Farmiga), que esconde um terrível segredo. Alarmada por essa recente agressão, Fiona (Jessica Lange), a há muito ausente Suprema, retorna à cidade, determinada a proteger o Clã e obcecada em dizimar qualquer um que cruze o seu caminho”.

 
 


Já deu pra perceber que a temporada está incrível né? Ficou curioso? Assista ao trailer:
 
 

Assista aqui

Isabela Freitas

Isabela Freitas é escritora, blogueira, e exagerada. Louca por histórias de amor, desenhos animados, e bichinhos de rua. Prega o desapego às coisas que não lhe fazem bem, e acredita que o otimismo e palavras bonitas podem mudar vidas. E aí, pronto para mudar a sua?

Inspirando: Azul da cor do céu

Contos e Crônicas, Inspirando
Sua cor favorita não era mais rosa, era azul. Azul da cor do céu; clarinho no amanhecer, que ao entardecer vai ganhando uma cor escura, forte, profunda. Talvez como ela, profunda. As Barbies deixaram de ser suas melhores amigas, na verdade, agora ela se considerava uma pessoa sem rótulos, sem melhores amigas. Sem títulos.
Já não dormia mais abraçada com seu ursinho, e nem tirava tantas fotos sorrindo. Aliás, ela odiava seu sorriso. Saia pra fotografar paisagens e pessoas, dizia que amava espontaneidade. Escrevia textos nunca lidos em papéis amarrotados. Transbordava sentimentos nas palavras. Transbordava sentimentos em tudo. Era muito otimista, e meio que se orgulhava disso.

Insegura às vezes, confiante noutras. Sorria com os olhos. Era observadora. Gostava de olhar o céu, passava horas o decifrando. O pôr do sol, a entrada triunfante da lua. Gostava da ideia de que não importava onde estivesse, alguém no mundo olhava para o mesmo céu que ela. Era livre, leve, e solta.

Não gostava de se apegar à pessoas, e coisas. Só aquelas mais marcantes. Porque a verdade é que ela era uma apaixonada por amores de arrancar o coração. Paixões loucas, aventuras. Gostava de livros, séries, se amarrava em olhares que diziam tudo, e sorrisos que tentavam esconder um pouco.
Há quem diga que a base para conquistá-la era fazê-la sorrir. Que engano. Para conquistá-la era mais fácil do que arrancar um sorriso, bastava ser apaixonado pela vida, e estar disposto a vivê-la com intensidade. Bastava não ter medo de se perder na sua imensidão, azul da cor do céu…
Texto enviado pela leitora Angélica Pinheiro. Leia o seu blog!
Quer ver o que você escreve aqui também? Mande um email para [email protected] com seu texto, seu nome, e o link do blog caso queira que seja divulgado. Beijos e até a próxima!

Isabela Freitas

Isabela Freitas é escritora, blogueira, e exagerada. Louca por histórias de amor, desenhos animados, e bichinhos de rua. Prega o desapego às coisas que não lhe fazem bem, e acredita que o otimismo e palavras bonitas podem mudar vidas. E aí, pronto para mudar a sua?

Nova Coluna: Ins (pirando)

Inspirando
 
Recebo mais de 10 emails por dia de leitoras e leitores pedindo para que eu leia os textos que escrevem. Confesso, não dá tempo de ler tudo, e olha que eu amo novas leituras. Eu sempre quis fazer uma coluna que servisse como ''divulgadora'' de novos talentos por aí. Funcionaria basicamente assim: vocês enviariam os textos pro meu email, eu tentaria ler todos (ou quase todos), e selecionaria os melhores para ir divulgando aqui no blog. Assim o blog nunca falta conteúdo, e a gente é privilegiado com palavras lindas que estavam escondidas por aí.
 
 
Então hoje quando uma seguidora me mandou um texto que segundo ela, foi escrito pensado em mim, eu tive a ideia de colocar essa coluna pra funcionar, e começar estreiando com essa crônica super fofinha que fez eu me identificar horrores!
 
 
O nome foi escolhido por vocês mesmo lá no twitter. Ins (pirando). Quer nome melhor? A gente inspira os outros pra não pirar :)
 
 
Quer participar? Divulgar seu talento ao mundo? Mande um email para [email protected] e torça para ser o escolhido da vez.

Isabela Freitas

Isabela Freitas é escritora, blogueira, e exagerada. Louca por histórias de amor, desenhos animados, e bichinhos de rua. Prega o desapego às coisas que não lhe fazem bem, e acredita que o otimismo e palavras bonitas podem mudar vidas. E aí, pronto para mudar a sua?

Duplamente forte

Contos e Crônicas

Se relacionar é ser duplamente forte. É ficar duplamente triste. Duplamente feliz. E continuar sendo um só. Amar é segurar as pontas duas vezes.

Se fosse mole, não pensaríamos tanto antes de nos doar para alguém. Quando um relacionamento começa, entregamos o pacote inteiro. E recebemos o pacote do outro também.

É normal você ficar triste, mau humorado, dar patada sem querer, engolir choros e sapos e querer terminar dias infernais com a cara enterrada no travesseiro. Infelizmente, isso é normal para a outra pessoa também. Quem está do outro lado tem o mesmo direito que você de ficar chato às vezes. Qualquer ser humano precisa ficar chato às vezes.

A chatice do namorado ou da namorada parece vir só para testar o nosso sentimento. Quem gosta de verdade, nem pensa em abandonar o barco. Pergunta “o que tá acontecendo?” dez vezes, sugere “posso te ajudar?” outras vinte. Quando percebe que não há mesmo solução – o problema do outro é do outro e ponto – finge deixar pra lá. E pelo menos um pouquinho, continua sofrendo junto. Nem o coração de gelo mais frio do Brasil consegue deixar totalmente pra lá.

Quem sou eu para definir o sentimento de alguém, mas acredito que aqueles que não se doem junto, não gostam tanto assim. Na primeira grande dificuldade, sair fora surge como primeira opção.

Amar é ter que achar o equilíbrio de dois. Quando a gente gosta de verdade, não mede muito esforço. O equilíbrio é natural. Viver e amar junto é basicamente isso. Só os duplamente fortes sobrevivem.

 

Marcella Brafman

Marcella Brafman é jornalista, escritora e mineira. Autora do blog Sem Clichê, sofre de imaginação fértil e só passa escrevendo. Visite seu blog www.semcliche.com.br, siga no instagram @marcellabrafman, e curta no facebook: http://www.facebook.com/semcliche.

As 35 fotos mais impactantes já tiradas

Fotografia, Listas

Uma coleção de fotos tocantes, emocionantes, e únicas. Cada uma representando um momento importante na vida das pessoas das fotos. Preparados? Preparem o lencinho.

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Jornalistas Euna Lee e Laura Ling, que haviam sido presas na Coréia do Norte e condenadas a 12 anos de trabalhos forçados por cruzarem ilegalmente a fronteira, reencontram suas famílias, na Califórnia, após uma intervenção diplomática bem sucedida.

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Christian Golczynski, um garotinho de oito anos, recebendo a bandeira por seu pai, o Marine Staff Sgt, em seu memorial. Marc, seu pai, foi morto em um tiroteio no Iraque, apenas algumas semanas antes de retornar para casa… Essa carinha de choro e coragem, ain…

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Harold Whittles escuta sons pela primeira vez após um médico colocar um aparelho auditivo em sua orelha esquerda. Lindo, né?

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Foto do garotinho de 2 anos, Agim Shala, sendo passado pelo arame farpado pelos braços de seus avós no Campo de Refugiados na Albânia, 1999.

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PoW Horace Greasley confronta Heinrich Himmler durante uma inspeção ao campo onde ele se encontrava detido… Greasley ficou também famoso por ter escapado e voltado ao campo mais de 200 vezes. Saia para se encontrar em segredo com uma rapariga alemã por quem se tinha apaixonado.

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Prisioneiros judeus no momento de sua libertação de um campo de concetração chamado "trem da morte", perto do rio Elba em 1945.
 
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Os atletas americanos Tommie Smith e John Carlos levantam seus punhos fazendo o gesto dos Black Panthers, chamando atenção para a atual situação dos negros nos EUA, durante os Jogos Olímpicos de 1968. Eles foram expulsos do jogo como resultado…

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Um cidadão francês em prantos ao ver os nazistas ocupando Paris durante s Segunda Guerra Mundial.
 
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Dono reencontra seu cachorrinho que havia se perdido no Tsunami do Japão em 2011.

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O policial aposentado Ray Lewis é preso por participar de protestos na Wall Street em 2011.
 
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Veterano ajoelhado ao lado de um tanque russo de guerra que ele usou, que agora virou monumento.

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Jacqueline Kennedy ainda vestia seu tailleur rosa manchado com o sangue do marido, enquanto Lyndon Johnson fazia o juramento de posse a bordo do Força Aérea Um. De acordo com Lady Bird Johnson, que também estava presente: "Seu cabelo estava caindo rosto, mas ela se manteve firme. Eu olhava para ela. O vestido da Sra. Kennedy estava manchado de sangue. Uma perna estava totalmente coberta de sangue, e sua luva direita estava endurecida, de tanto sangue – sangue de seu marido. De alguma forma, essa foi uma das visões mais tristes – da mulher imaculada, perfeitamente vestida e coberta no sangue "

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John F. Kennedy Jr. saúda o caixão de seu pai, juntamente com a guarda de honra.

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O australiano Scott Jones beija sua namorada canadense Alex Thomas, depois dela ter sido jogada ao chão pelo escudo de um policial em Vancouver, British Columbia. Os canadenses se revoltaram após o Vancouver Canucks perder a Copa Stanley para o Boston Bruins.

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“La Jeune Fille a la Fleur,” uma fotografia de Marc Riboud, mostra a jovem pacifista Jane Rose Kasmir plantando uma flor na baioneta de guardas no Pentagono durante um protesto contra a Guerra do Vietnã em 21 de Outubro, 1967. A fotografia eventualmente se transformou o símbolo do movimento Flower Power.
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Irmãs posam para a mesma foto três vezes, em diferentes anos.
 
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Phyllis Siegel, 76, à esquerda, e Connie Kopelov, 84, ambas de Nova York, se abraçam após se tornar o primeiro casal do mesmo sexo a se casar em Manhattan, em 2011.

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Robert Peraza presta homenagem ao seu filho no Memorial 11/9, durante cerimônia de 10 anos no local onde ficava o World Trade Center.
 
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Soldado do Exército sudanês em alerta na véspera da independência do Sul do Sudão.

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O capelão da Marinha, Luis Padillo, faz o rito de passagem para um soldado ferido durante fogo cruzado numa rebelião na Venezuela.
 
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Foto tirada pelo astronauta William Anders durante a missão da Apollo 8, em 1968.

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Pelé troca camisa com Bobby Moore, capitão britânico, em 1970, como um sinal de respeito mútuo numa Copa do Mundo marcada pelo racismo.

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Uma criança romena dá um balão em forma de coração para um policial durante protestos contra medidas de austeridade em Bucareste.
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Prisioneiro da Segunda Guerra Mundial, se reúne com sua filha novamente. Ela não o via desde que tinha um ano de idade.

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Tanisha Blevin, de apenas 5anos, segura as mãos de uma vítima do furacão Katrina, Nita LaGarde, enquanto ela é evacuada para o centro de apoio em Nova Orleans.
 
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Terri Gurrola reencontra sua filha após servir no Iraque por 7 meses.
 
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Helen Fisher beija o carro fúnebre que transportava o corpo de seu primo de 20 anos, Douglas Halliday, quando ele e outros seis soldados mortos eram levados até a cidade de Wootton Bassett, na Inglaterra.

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Tsunami no Japão.

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Me espere papai! Disse o menino ao seu pai que estava partindo com a tropa de soldados.

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Greg Cook abraça seu cachorrinho após encontrá-lo em meio aos destroços de sua casa que foi destruída por um tornado no Alabama.
 
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Uma garotinha de 4 meses é encontrada em meio aos destroços do Tsunami, imaculada, enrolada em uma cobertinha rosa.
 
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Padre reza por homem que morre enquanto espera seu trem em uma estação.
 
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Uma mãe conforta seu filho em Concord, Alabama, perto do local onde ficava sua casa, que foi completamente destruída por um tornado em abril de 2011.
 
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Um bombeiro dá água a um coala durante incêndios devastadores que queimaram uma região da Austrália, em 2009.
 
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Um cachorrinho chamado "Leao", deitado pelo segundo dia consecutivo ao lado da cova de seu dono, que morreu em um deslizamento de terra perto do Rio de Janeiro, em 2011.
 
De cortar o coração, né…

Isabela Freitas

Isabela Freitas é escritora, blogueira, e exagerada. Louca por histórias de amor, desenhos animados, e bichinhos de rua. Prega o desapego às coisas que não lhe fazem bem, e acredita que o otimismo e palavras bonitas podem mudar vidas. E aí, pronto para mudar a sua?