Um dos melhores filmes que já assisti: Flowers in the Attic

Dicas, Filmes

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Estava fuçando o site que sempre assisto filmes à procura de algo que eu ainda não tenha visto. Esse não, esse não, opa, esse parece legal hein? Foi assim que eu, meu melhor amigo, e meu namorado, decidimos ver esse filme. Sem muita expectativa, afinal, vai lá saber o que esse filme estranho nos reserva? E eis que assim que os créditos do final surgem à tela, sinto como se estivesse em êxtase. Sabe aquela sensação gostosa de descobrir algo MUITO BOM, MUITO FODA, MUITO MUITO MUITO TUDO? Então. Fiquei louca! 

Fui na mesma hora procurar se o filme tinha uma continuação, ou algo do tipo. Porque o final fica completamente aberto, e aí eu descubro mais uma coisa. O filme foi baseado num livro, livro esse que é uma série de CINCO LIVROS. WOW! A Saga dos Foxworth, como é chamada, vendeu mais de 40 milhões de exemplares ao redor do mundo na década de 70. Foi uma sensação mundial, assim como tivemos recentemente Crepúsculo e 50 tons de Cinza. Só que ninguém (da nossa idade), ouviu falar. Porque simplesmente… Faz muito tempo, né? 

Então eu vim aqui indicar para vocês o filme, e para aqueles que gostarem e quiserem ir mais a fundo, a saga dos livros.

❤ O filme conta a história dos Dollanganger. Quatro crianças loirinhas, dos olhos claros, peles de porcelana, e aparentemente, perfeitas. Eram chamadas de "Dollanganger Dolls'', para vocês terem uma ideia. Um dia, a terrível notícia abate a família. A morte de seu pai. E ai a mãe se vê em um beco sem saída. Sem dinheiro, sem ter como pagar por todas aquelas coisas que eles tinham e que em breve seriam tomadas deles pelo governo (eles compravam tudo por empréstimo, para manter as aparências, como se fosse um ''investimento'' para o futuro, pois acreditavam que iriam subir na vida), e a história começa a partir desse momento. A mãe, desesperada, pede aos filhos que aceitem a ideia de se mudar para a casa de seus pais, seus avós. Os filhos, chocados, nem sabiam que tinham avós. De ínicio eles recusam. Como poderiam abandonar suas vidas? Seus amigos? Tudo? Mas a oferta da mãe é irrecusável. Seus pais eram ricos. Muito ricos. As crianças iriam morar em uma mansão, e levar vidas de príncipes e princesas. Eles não pensam duas vezes e abraçam a ideia da mãe. Chris, o filho mais velho, corajoso, o homem da casa. Cathy, a filha do meio, de opinião própria, personalidade forte, e a única que ousava desafiar sua mãe. E os gêmeos mais novos, Carrie e Cory. Ao chegar na mansão uma surpresa: as crianças teriam que ficar trancadas em um sotão, enquanto sua mãe tentava ganhar novamente a confiança de seu pai por um erro que cometera no passado. As crianças não sabiam, mas seu pai era parente de sangue de sua mãe… E o motivo pelo qual sua mãe nunca lhes contara sobre os avós seria justamente esse, eles repugnavam o fato de ela ter cometido tal ''pecado''. De início a mãe lhes dissera que seria só uma noite, sabe, questão de horas, e logo, logo eles poderiam ter uma vida normal na imensa mansão. Uma noite, uma semana, um mês, um ano. Essa é a história de quatro crianças que cresceram dentro de um sótão e foram reféns do seu próprio passado. Um passado sombrio, sangrento, e sem amor algum. 

Garanto que vocês vão se arrepiar assim como eu! Um drama forte, que te deixa agoniado do início ao fim. 

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❤ Aparentemente o filme não possui nenhum trailer legendado, nem dublado, então vou colocar em inglês pra vocês terem uma ideia:

❤ ​Quem ficar tão interessado e louco quanto eu fiquei, faça o download dos livros aqui. 

❤  Assista ao filme aqui. 

❤  Lembrando que o filme conta apenas a história do primeiro livro, então vamos torcer para que saia a continuação com o resto da história, né? Enquanto isso eu vou me contentando com os livros. Espero que gostem!

 

Isabela Freitas

Isabela Freitas é escritora, blogueira, e exagerada. Louca por histórias de amor, desenhos animados, e bichinhos de rua. Prega o desapego às coisas que não lhe fazem bem, e acredita que o otimismo e palavras bonitas podem mudar vidas. E aí, pronto para mudar a sua?

Um texto sobre pessoas imperfeitas

Contos e Crônicas

Uma coisa que ninguém lhe diz é que no início de uma paixão vocês são uma farsa. É, eu estou dizendo isso mesmo. Que atire a primeira pedra na minha janela aquele que for verdadeiramente quem é nas primeiras impressões. Já imaginou se eu, como a Doida Do Casamento que eu sou, dissesse logo de cara “Meu nome é Samantha e eu quero casar em, no máximo, 3 anos. E aí, tá preparado?” 

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Eu nunca fiz isso, digo, de forma tão direta assim, pelo menos. Na verdade, sim, eu falo umas coisas sem noção desse jeito, mas não confronto as pessoas e nem lhes dou a oportunidade de sair correndo. Provavelmente, se eu fosse questioná-las com tanta honestidade seguraria uma faca só por precaução. E uma corda, só por precaução. E também um sonífero, você sabe, por precaução. Mas a questão é que nem sempre eu sou parâmetro, motivo pelo qual me pergunto todos os dias porque as pessoas me dão ouvidos.

Pessoas normais camuflam seus gostos, gestos, até sotaque, mas principalmente seu passado. É como aquele filme “A Orfã” que se você não assistiu, eu vou contar o final agora, então, prepare meu vodu pra essa noite. Conta a história de uma garota que vive em um orfanato e é adotada por uma família e, aparentemente, ela é apenas uma menininha problemática com um olhar de demônia e roupas da Vandinha Adams, sendo que no final do filme a gente descobre que ela tem, sei lá, 40 anos?! E parece e age como uma criança. Ou seja, aplicando isso na vida real, como já dizia o lema da TNT “Acontece nos filmes, acontece na vida”, na forma mais simples do mundo: nem tudo é o que parece. Para causar uma boa impressão até atingir seus objetivos as pessoas são capazes de tudo. No entanto, as máscaras caem, disso todo mundo sabe.


Seria uma hipocrisia da minha parte começar dizendo: seja você mesmo. Não, não é nesse ponto que eu quero chegar. Inclusive porque, se esconder na fase inicial da paquera não deixa de ser uma forma de se proteger, uma autodefesa. Você não quer estar vulnerável frente ao outro, não quer sequer imaginar o que aconteceria se ele soubesse um de seus pontos fracos. Infelizmente, tem pessoas que não se importam em machucar as outras se isso estiver diretamente ligado com seu próprio prazer. Francamente, tenho fobia à egoísmo. Quem só preocupa-se consigo está fadado a uma vida inteira de solidão; não tem pior castigo.


A verdadeira questão por trás disso é que se você procura alguém pra não contar nenhuma de suas histórias, então é porque não se orgulha delas e, principalmente, da pessoa que elas te tornaram. Cada erro, cada tropeço, cada vacilo, cada escolha impensada, precipitada que aconteceu, talvez, não tenha sido de fato por algum motivo divino, mas de qualquer forma ajudaram a ser quem você é hoje. Tenha orgulho disso, de si mesma.

Arrisco até a dizer que, francamente, agradeça por isso. Sua coleção de tapas na cara, de asas cortadas, de corações partidos e de não’s ouvidos. Tudo isso foi essencial pra você ter mais do que histórias pra contar e, sim, experiências pra dividir. Abomino a perfeição e a forma como ela nos faz pensar que não precisamos evoluir. Claro que precisamos, sempre precisaremos!

É por isso que gratifico o erro, é do mal feito, desfeito e bem feito que eu gosto. É da contradição das palavras, do desacordo dos corpos. Eu acredito cegamente na evolução de duas pessoas dispostas, não opostas. Dispostas. Não é escondendo seu passado que isso te fará melhor, nem encobrindo suas piores gafes ou omitindo seus verdadeiros sonhos. Tudo que você viveu, bem ou mal, te fizeram ser o que é: completa. Você não precisa da autoafirmação das palavras dos outros, você não precisa de parabéns vindo de estranhos e de reconhecimentos regado à inveja. Satisfação consigo é a superação da alma contra à vida. Contra todo contratempo, você venceu.

Sendo assim, procure alguém que ria com você dos seus momentos mais constrangedores, alguém que surpreenda-se com sua coragem, que motive-se com seus medos superados. Alguém que vai ouvir de forma compreensiva e, não, julgadora, todas as desventuras que até Deus duvida que tenha passado. Procure alguém que esteja ciente de suas melhorias e que saiba, acima de tudo, que não vai ser a sua metade; você não precisa.

E se um dia quando chegar à encontra-lo se ver sem ter o que contar, sem ter lhe sobrado uma historiazinha sequer, você vai saber que é ele. Aquele que te conhece melhor do que si mesma e que não espera de ti contos de heróis e princesas, não espera de ti posturas imaculadas e gestos honráveis. Aquele que aprecia estar contigo de verdade. E que vai aproveitar o que você tiver de melhor a oferecer mesmo com cabelos brancos e rugas que surgiram do nada; ele vai estar lá.

Porque não é de aparências que vocês se fortaleceram, não foi por causa de muito ou pouco dinheiro. O tempo foi um aliado, mas a sinceridade, ela sim, foi o pilar da relação. Você vai saber quando encontrar alguém pra quem contar todas suas histórias, porque não vai precisar fingir.

Autora do site Bendita Cuca!, sobrevivente da agonizante liberdade de pensar demais. Não contém um sorriso ou detém um devaneio. Criou o BC! para conseguir suportar a convivência consigo mesma. Ou para um tratamento psicológico gratuito. Ou os dois. Acredita que todo mundo precisa de um grande amor para chamar de próprio.

Filme para se emocionar: Inquietos

Dicas, Filmes

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Eu sou viciada em filmes românticos, e talvez por isso, já tenha visto todos os filmes com um quê romântico que existem na face da Terra! Então sempre que chega final de semana é aquela saga: achar um filme bom que eu nunca tenha visto. Geralmente eu dou azar e assisto filmes clichêzões que mais me dão sono do que tudo, mas esse fim de semana eu dei uma sorte grande e descobri o filme "Inquietos''. Já ouviu falar?

Inquietos ao mesmo tempo em que parece ser só mais um clichê hollywoodiano, é também um filme que quebra todos os tabus que vemos sempre por aí nas telinhas. O filme conta a história de Enoch, um jovem que perdeu os pais num acidente automobilístico, ficou em coma por um tempo e, desde então, perdeu a conexão com a vida – ele passa o tempo agora frequentando velórios de desconhecidos e só conversa com um “fantasma” de um kamikaze (aspas em “fantasma” porque sua interpretação pode ser dúbia). 

Num desses funerais, Enoch conhece Annabel, uma garota com câncer em fase terminal. Os dois são perfeitos opostos: enquanto ele vive um luto interminável, ela sente prazer em cada segundo de vida. E é aqui que o roteiro de Jason Lew acerta em cheio, ao compor uma história de amor sem lições de moral ou pieguice.

Enquanto você espera uma história recheada de papos carregados de melancolia, frases feitas, e clichês, o filme te dá ao contrário. Enoch e Annabel encaram a morte como algo natural, que deve ser encarado frente a frente. Eles se divertem cada segundo do filme, e no fim das contas você acaba por tirar aquele peso de dentro do peito (por saber que Annabel vai morrer), e passa a aproveitar cada segundo de vida ao lado deles. É um filme espetacular. 

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Não é porque Annabel é uma paciente terminal que deva ter uma carga de tristeza em sua bagagem diária. E eu me apaixonei por isso. Porque todos os filmes que falam sobre o tema câncer, são assim. Bem tristes. E nesse filme eu terminei com um sorriso no rosto. Demais, né? 

Existe um pássaro que acha que morre todo dia quando o Sol se põe. E na manhã seguinte, ele fica espantado por ainda estar vivo. Então ele canta uma linda canção. Eu canto todas as manhãs desde que conheci você. (Frase dita por Annabele)

Assista ao trailer: 

❤ Espero que vocês gostem, eu assisti o filme aqui.

Isabela Freitas

Isabela Freitas é escritora, blogueira, e exagerada. Louca por histórias de amor, desenhos animados, e bichinhos de rua. Prega o desapego às coisas que não lhe fazem bem, e acredita que o otimismo e palavras bonitas podem mudar vidas. E aí, pronto para mudar a sua?

Mulher, mostre mais sua voz. Gostamos de ouvir.

Contos e Crônicas

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Da escolha de um filme, ao cardápio do restaurante, o valor da palavra do lado sempre vai ser importante. Nada de alimentar o costume de quem sempre gosta de indicar, de resolver e de decidir. A parceria começa, quando a individualidade termina. E eu sou fã daqueles que sabem ser dois em um, principalmente na hora das decisões.

Tenho percebido que ultimamente, relacionamentos andam se perdendo pouco a pouco, por um motivo que deveria ser impedido de suceder desde o princípio. Desde o primeiro convite para ir ao cinema, bem lá na hora da escolha do filme. Essa coisa de “escolhe você”, “o que você pedir, para mim, está bom” e “não sei, você quem sabe” é a raiz da monotonia que deixa tudo sem graça e sem estímulo à continuação com passar do tempo. 

Ei moças, saibam que é preciso interferir nas nossas escolhas e decisões finais. Aprendam que homens gostam da imposição feminina, do barulho do salto quando batem o pé e dizem que não. A gente gosta de ver a marra e a moral de vocês em ação. Os que não, certamente são os que ainda cultivam aquele machismo de mil anos dentro das suas mentes com dificuldade de expansão. Por tanto, se você tem sonhado com um desses, o meu conselho é: se desfaça desse interesse, porque é furada. 

Talvez, haja quem discorde dessa minha visão que constrói uma opinião firme sobre relacionamentos. Mas é que para mim, é muito prazeroso saber que eu e minha parceira, estamos em igualdade, que estamos caminhando realmente juntos e no, um puxando o outro ou apenas um tomando a frente e decidindo pelos dois. Uma relação é como um carro, onde as rodas da frente dependem das de trás para que saia do lugar.

É claro que a freqüência de contestação deve ser moderada, amar também requer bom senso, e bom senso é o que promove vida longa a um relacionamento que consequentemente, torna-se promissor. Não estou dizendo que vocês mulheres, devem sempre dizer não, ou sempre preferirem o oposto. Nada disso. É que, é legal quando estamos acostumados a irmos pela direita, e vocês surgem dizendo que hoje, iremos pela esquerda. Ou quando na hora de marcar uma saída, vocês se antecipam e sugerem um certo lugar que ainda não tenhamos ido. Surpreende, sabe? Tudo bem que nem sempre vai rolar de realmente optarmos pela sugestão, mas só o fato de mostrar que você também pode decidir, já é o máximo. Isso é realmente demais.

E vocês caras, vamos ser menos mandões, ok? Elas também podem apontar, decidir e opinar. Elas também podem fazer uma surpresa e todas as funções que nós, prejulgamos que são exclusivas nossas. Vamos deixá-las serem mulheres de verdade e não submissas. O equilíbrio é o melhor ingrediente e renunciar uma preferência pelo sorriso de quem a gente ama, é bonito demais.  E relacionamentos com apenas um tom de voz, jamais farão sentido. Por tanto mulheres, imponham-se. E isto serve para uma porcentagem de homens também, para aqueles que as deixam comandar tudo como se fossem suas mães.

Por fim, afirmo que nós homens, gostamos quando vocês mulheres resolvem ser incríveis e mandonas. Sabemos que amar é respeitar. E respeitar é entender que o lado de lá também tem vez. Porque a linha tênue entre você e eu, é esse respeito pelo o que eu gosto, pelo o que você gosta e pelo o que nós gostamos. Ou seja, o nosso amor.

Meu nome é Wesley, mas você pode chamar de 'Wes' se preferir. 20 anos, moro em Manaus e, como um bom apaixonado por sorrisos e boas histórias, sou um ótimo ouvinte. Nas horas vagas costumo escrever e fabricar sonhos. Escrevo porque adoro o consolo e o prazer que existe nos vincos de cada palavra minha. E sonho porque é de graça. Segue lá no twitter: @wesleynery

Banheiro Masculino: Ex-namoradas

Banheiro Feminino, Banheiro Masculino

O tema de hoje é polêmico, se segurem. Há boatos que os que não participaram estavam com medo  ops, sem tempo. Vamos ver o que tem eles tem a dizer sobre ex namoradas?

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Isabela Freitas

Isabela Freitas é escritora, blogueira, e exagerada. Louca por histórias de amor, desenhos animados, e bichinhos de rua. Prega o desapego às coisas que não lhe fazem bem, e acredita que o otimismo e palavras bonitas podem mudar vidas. E aí, pronto para mudar a sua?