Banheiro Feminino: Mentiras

Banheiro Feminino

Mulheres mentem? Quando? Elas sabem quando os homens estão mentindo? Vamos saber isso hoje :)

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Isabela Freitas

Isabela Freitas é escritora, blogueira, e exagerada. Louca por histórias de amor, desenhos animados, e bichinhos de rua. Prega o desapego às coisas que não lhe fazem bem, e acredita que o otimismo e palavras bonitas podem mudar vidas. E aí, pronto para mudar a sua?

Vlog: Desafio – Chupando limão

Vídeos

Tem vídeo novo no canal! Aceitei o desafio da @bebelapravcs lá do twitter, e gravei um vídeo mostrando minha reação ao chupar a bala "Super Leemon'' com minha irmã!

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Isabela Freitas

Isabela Freitas é escritora, blogueira, e exagerada. Louca por histórias de amor, desenhos animados, e bichinhos de rua. Prega o desapego às coisas que não lhe fazem bem, e acredita que o otimismo e palavras bonitas podem mudar vidas. E aí, pronto para mudar a sua?

Conte sua História: Perdi minha virgindade e me apaixonei

Conte Sua História

 

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Oi, Isa! Me chamo L.G. Bom, resolvi te escrever pra contar a minha história um tanto estranha. Lá vai: meu pai tem um amigo de 33 anos, lindo, simpático, inteligente, com cara de quem tem 25, ou seja: um tremendo partidão. Durante a minha infância inteira eu convivi com ele mas nunca vi nada de mais, até porque ele namorava e eu estava entrando na adolescência. Mas de um mês pra cá nós começamos a conversar muito e ele sempre quis algo comigo. Quando completei 18 anos decidi ficar com ele, mas eu era virgem e deixei bem claro a minha situação para ele não achar que já ia rolar sexo logo de cara. Resolvi contar que era virgem pra ele na segunda vez que nos vimos, a reação dele foi melhor impossível, ele simplesmente riu! E disse que achava isso muito bacana e que gostaria de ser o meu primeiro cara. Dito isso, eu não fiz nada naquela noite, mas fiquei com isso martelando dia após dia até que nessas idas ao seu apartamento acabou rolando. Até então não me arrependi de ter perdido a virgindade com ele, mas ele é 15 anos mais velho que eu, amigo do meu pai, tem uma vida formada e eu estou apenas começando a dar meus passinhos de tartaruga. As vezes me permito imaginar algo mais sério com ele, mas no fundo eu sei que não vai rolar nada porque são muitas coisas que eu poderia ter feito diferente (como não ter transado tão rápido e logo na minha primeira vez), como eu disse a ele é da natureza do homem conseguir o que quer e depois sumir. E ele realmente sumiu, está mais distante. Antes nos falávamos todos os dias (ele sempre chamava porque sou muito orgulhosa), e agora ele fica online constantemente e não manda nem um oi. Acho que acabei me apaixonando por ele e por mais que eu saiba que se eu insistir nisso não dará certo, não quero que ele saia da minha vida agora… Estou numa sinuca de bico. Tenho uns momentos de desapego onde repito para mim mesma que ele é apenas uma diversão, um amigo colorido, mas penso nele toda hora, e sinto tanta saudade… Sintomas de paixão. Não sei o que faço. E ai, Isa? Me ajuda?  

Oi L.G, tudo bem? Vamos lá. Eu entendo que nessas situações não temos controle sobre quem vamos gostar, entendo mesmo. Você se apaixonou, se envolveu, e agora só te resta arcar com as consequências. Posso confessar algo? Acho tão besta esse estigma de que NECESSARIAMENTE o cara vai sumir depois de você transar com ele. Porque não faz muito sentido, sabe? Se você transou com ele, quer dizer que ele pode ter sexo sempre que quiser, então pra que sumir? Será mesmo que todos os homens tem uma fila de meninas para fazer sexo e eles apenas vão seguindo essa listinha? Acho que não. Pode ser que o interesse diminua, claro, porque quando parecemos um desafio, eles querem mais. Mas isso também acontece com as mulheres, quero dizer, gostamos de desafios. 

Agora, se ele não está falando mais com você, tipo, nada mesmo, pode começar o processo de desapego porque ele é um canalha. Que tipo de pessoa transa com a filha do amigo, tira a virgindade dela, e depois some?! Só um vilão de filme! É claro que existem relações onde um é muito mais velho do que o outro e tudo pode dar certo, mas isso não acontece sempre. Na maioria das vezes um cara mais velho não quer esse tipo de ''problema'' pra ele, ainda mais filha de um amigo dele. Imagina! Você acha que um dia ele iria te assumir? Sei lá, arrisco a dizer que não. É difícil esquecer uma paixão, esquecer o seu primeiro, e deixar para trás todas lembranças que sua mente guarda com tanta estima: mas você precisa. Você precisa não precisar dele pra nada. Tanto garoto da sua idade por aí querendo conhecer uma garota bacana… Saia com pessoas da sua idade, se divirta! Você precisa distrair, e parar de ficar vigiando quando o cara está online no whatsapp ou coisa parecida. 

Aposto que no momento em que você não o procurar mais, ele vai vir igual um cachorrinho te chamando pra sair. E aí é a sua hora de se mostrar melhor do que isso: recuse. Você não precisa disso, e eu posso te garantir que dai, só vai sair problema. Um beijo, e espero que siga meu conselho! 

E você? Qual o seu conselho para a LG? Vamos fofocar nos comentários!

Isabela Freitas

Isabela Freitas é escritora, blogueira, e exagerada. Louca por histórias de amor, desenhos animados, e bichinhos de rua. Prega o desapego às coisas que não lhe fazem bem, e acredita que o otimismo e palavras bonitas podem mudar vidas. E aí, pronto para mudar a sua?

Série de fotos retrata mulheres após terminarem um relacionamento

Fotografia

Vi no site Hypeness, e achei a cara do blog essa matéria. Precisava compartilhar com vocês!

Foi em um novembro que a fotógrafa Laura Stevens terminou seu último relacionamento. A solidão, as caixas espalhadas pela sala, a dúvida e a tristeza. Esse era o cenário que a rodeou por algumas semanas, até que percebeu não ser a única. Para recontar a história universal dos rompimentos de relações, ela selecionou amigas e desconhecidas para participarem da série fotográfica “Another November” (“Outro Novembro”, em português).

Em imagens intensas, a fotógrafa conseguiu captar o vazio e o incerto que permeava cada uma das mulheres clicadas. De lágrima em lágrima, foi possível recriar uma narrativa poderosa que, apesar de trazer individualidades indiscutíveis, fala por todas. A escolha do nome da série não diz respeito somente ao mês em que deixou para trás um relacionamento, mas indica também a passagem do tempo e a forma com que as complexas emoções envolvidas em uma situação como essa sofrem mudanças. Depois de um novembro, sempre há um janeiro à espera.

“Ao construir as imagens dos capítulos conseguintes, eu pude ver além das mudanças que estavam acontecendo comigo, de sentimentos de dor, confusão e solidão à reconstrução da minha identidade como indivíduo“, afirmou Laura.

Veja algumas das imagens que compõe a tocante série:

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Isabela Freitas

Isabela Freitas é escritora, blogueira, e exagerada. Louca por histórias de amor, desenhos animados, e bichinhos de rua. Prega o desapego às coisas que não lhe fazem bem, e acredita que o otimismo e palavras bonitas podem mudar vidas. E aí, pronto para mudar a sua?

Tenho andado sem tempo para a infelicidade

Contos e Crônicas

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Que me desculpe quem vive da infelicidade alheia, mas se depender de mim, você nunca vai ter a chance de rir da minha desgraça. Não mais. E não é por superficialismo, não; é que na minha vida não há mais espaço para um rosto cheio de dobras que entregam os meus pesadelos do dia a dia para a primeira pessoa que passa.

Tudo bem, eu não sou hipócrita de dizer que sou cem por cento feliz e satisfeito com tudo, ninguém é. Mas eu tento, e tento tanto que qualquer pessoa é incapaz de perceber as minhas fragilidades quando ficam em evidência. E ó, para ser assim tem que ter talento, viu? Mas eu garanto que todo mundo, se quiser, consegue.

A verdade é que eu já estive dentro do quarto escuro da vida, onde o breu carregado de decepções me abraçava e a solidão ria ironicamente no pé do meu ouvido. Eu já me doei para pessoas que em troca, só me fizeram sentir arrependimento; já dei valor a quem nada valia, já esperei por abraços que nunca vieram, por apoios que nunca existiram e também por olhares que nunca se cruzaram com os meus.

Sim, eu já dediquei meu tempo para amenizar as dores daqueles que na primeira oportunidade, jogaram areia nas minhas feridas. Já senti a poeira de uma porta batida com força na minha cara sujar o meu rosto, e até eu mesmo já o sujei algumas várias vezes com umas lágrimas encardidas, lágrimas que saíam de dentro da minha alma espremida pelas mãos da vida que nem sempre é tão bela assim.

Preciso-te dizer que por muito tempo desejei ouvir um “ó, se preocupa não, eu estou aqui e vou ficar até essa tempestade passar.” de qualquer pessoa que fosse, até que, quando cheguei à beira do abismo da minha dependência alheia, eu decidi por um ponto final nesse caos todo. Cansei de criar expectativas hipérboles em cima de pessoas que sempre foram poucas demais. Aprendi da maneira mais difícil que quando esperamos demais das pessoas, acabamos esquecendo que só quem pode dar o que nós precisamos de verdade, somos nós mesmos. Parece clichê e é. Porque o clichê é a realidade que a gente ignora. É aquilo que a gente sabe como é, como funciona e como deve ser, mas preferimos acreditar que com a gente tudo vai ser diferente. Normal. Mas se dar conta de que a nossa maior dependência deve ser a de nós mesmos é complicado. E só conseguimos nos proporcionar isso, quando saímos da nossa bolha e passamos a encarar a vida com mais força e vontade de viver.

E foi desta maneira que eu passei a buscar em mim, o que ninguém pôde me dar: a felicidade. Os amigos, os amores e as pessoas num modo geral, passaram a ser apenas conseqüências da pessoa incrível que eu me tornei; porque sim, hoje eu tenho o ego e o orgulho de reconhecer que sou um cara incrível. Hoje eu sei qual é o meu valor e não é qualquer julgamento, opinião crítica ou um dedo apontado que vai me fazer parar de lutar pelo que quero e acredito nessa vida. Os sonhos que eu criei dentro de mim são o combustível para a minha permanência na difícil tarefa de tentar, tentar, tentar, até conseguir realizá-los.

Aprendi também que ninguém precisa saber que estou triste, que meu relacionamento vai mal, ou que briguei com a minha mãe ontem à noite. Isso são problemas que pertencem apenas a mim e, a menos que você seja um grande amigo, não vai ficar sabendo nem mesmo através do meu mural no Facebook. É que eu preservo os meus momentos difíceis ao invés de sair por aí estampando nas paredes de computadores e celulares de pessoas que só precisam de um motivo para se sentir melhores (com o fracasso alheio).

Outra coisa que aprendi foi limitar o acesso de pessoas na minha vida. Muitos passam por aqui, mas poucos ficam. A porta do meu coração só é aberta para alguns, só para os verdadeiros e os verdadeiros hoje em dia, infelizmente são raros; estão em extinção. Por tanto, se você é um desses que tem presença confirmada no meu dia, na minha vida e constrói junto comigo a minha história, comemore, pois és importante de maneira incalculável para mim.

Sabe, quando a gente compreende que a vida é difícil, mas que cabe a nós, tentarmos simplificá-la, tudo passa a ser mais objetivo e fica em nossas mãos a responsabilidade de sermos felizes. A expectativa aponta para o nosso reflexo e não mais para os outros que na maioria das vezes, estão pouco se lixando para o que sentimos. E essa compreensão é incrível porque quando a gente vive em busca da nossa felicidade para obter uma vida plena, leve e tranqüila, passamos a viver em constante aprendizado. Porque afinal, ser feliz é ser humilde o suficiente para se permitir aprender com os erros e os acertos. Ser feliz é ser acessível a tudo e a todos.

Hoje eu tento cultivar alegria em abundância porque a vida é muito melhor quando a gente está sorrindo. Por tanto, até quando estou triste, procuro abrir um sorriso, por mais singelo que ele seja. Acredito firmemente que assim, sorrindo e não sendo tão vulnerável a ser um objeto descartável para pessoas, a gente consegue superar os nossos tropeços e traumas com mais habilidade e rapidez. Ou ao menos, eles passam a pesar menos nas nossas costas.

Resumindo tudo: A vida já me pregou tantas peças, já me causou tantas cicatrizes, que hoje eu aprendi a me amar mais. Quem me vê, me vê sempre com um sorriso tatuado no rosto e ó, é melhor se acostumar porque vai ser sempre assim. Sabe como é: tenho andado sem tempo para a infelicidade.

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Wesley Néry, mas pode chamar de Wes. Tem 19 anos, nasceu, vive em Manaus, e sonha em bater as asas em breve. Canceriano, perfeccionista, sonhador e um ótimo ouvinte. Desabafa pelos dedos no Word ou em qualquer linha torta que estiver mais próxima apenas pelo prazer de brincar com as palavras. Segue lá no twitter @weesleynery!